Espaço para difusão de informações sobre energia renovável em pequena escala e eficiência energética para uso doméstico.



11 de dezembro de 2011

Microlâmpadas de plasma superam eficiência dos LEDs

A ideia quase ingênua de um aluno parece ter sido o suficiente para que engenheiros inventassem um novo sistema de iluminação.

Segundo eles, a tecnologia de microplasma produz um novo tipo de lâmpada que é mais eficiente do que tudo o que se conhece até agora, incluindo as lâmpadas fluorescentes compactas e até os LEDs.

"O estudante se aproximou de mim com um pedaço de silício e me perguntou, literalmente, 'Você se importa se eu fizer um pequeno furo nesta placa e tentar produzir um plasma dentro do buraco?'," conta o Dr. Gary Eden, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Pouco depois, o estudante tinha um plasma dentro de um furo com apenas 400 micrômetros de diâmetro - o precursor da tecnologia que ele e seu agora colega Sung-Jin Park estão tentando comercializar, depois de mais de uma década de aperfeiçoamentos.

Inicialmente a luz emitida era adequada apenas para aplicações médicas. Alguns anos depois, as microlâmpadas de plasma já brilhavam em luz visível, superando as lâmpadas incandescentes.

Agora elas parecem ter superado tudo o que se conhece em termos de iluminação.

O plasma, um gás ionizado, frequentemente chamado de quarto estado da matéria, já é utilizado nas lâmpadas fluorescentes e está saindo de moda nas telas de TV, onde está sendo substituído pelos LEDs - os pesquisadores chegaram a demonstrar que sua tecnologia é superior à das telas de plasma no mercado, mas eles parecem ter perdido o "timing" da indústria.

A chave para o desenvolvimento está na relação entre diâmetro e pressão, essencial para se obter plasmas estáveis.

Nos minúsculos furos, feitos em placas de alumínio, a pressão do plasma é muito alta, fazendo com que ele consuma menos energia e aqueça menos a estrutura, ainda assim produzindo luz de alta qualidade - enquanto as telas de plasma das TVs são conhecidas por seu aquecimento e alto consumo de energia, as lâmpadas de microplasma geram menos calor do que os LEDs.

Os protótipos até agora desenvolvidos medem 15 x 15 centímetros, por 4 milímetros de espessura, incluindo o vidro para prender o plasma nos microfuros e revestimentos poliméricos extras de proteção contra quebra.

Essas pequenas placas têm 250 mil furos, o que faz com que elas brilhem por inteiro - ao contrário de um refletor de LED, onde você vê as pequenas lâmpadas de estado sólido lado a lado.

As lâmpadas fluorescentes também geram luz por plasma, mas perdem eficiência por causa de seu formato em 360 graus. A lâmpada de microplasma, que é direcional, compara-se a uma lâmpada fluorescente de 80 lumens por watt, mesmo tendo apenas 35 lumens por watt.

Além da vantagem de não conter mercúrio, o alumínio, plástico e vidro usados em sua construção são totalmente recicláveis.

Quando elas chegarão ao comércio? A depender dos pesquisadores, que já fundaram sua empresa - a Eden Park Illumination - para comercializá-las, muito brevemente.

Mas eles terão antes que vencer a difícil etapa de convencer a indústria a fabricar suas microlâmpadas de plasma em grandes volumes para que elas atinjam um custo compatível com a concorrência.


(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br)

Principais Fontes de Energia

Em nosso planeta encontramos diversos tipos de fontes de energia. Elas podem ser renováveis ou esgotáveis. Por exemplo, a energia solar e a eólica (obtida através dos ventos) fazem parte das fontes de energia inesgotáveis. Por outro lado, os combustíveis fósseis (derivados do petróleo e do carvão mineral) possuem uma quantidade limitada em nosso planeta, podendo acabar caso não haja um consumo racional.

Abaixo seguem as principais fontes de energia encontradas no mundo atualmente:

· Energia hidráulica – é a mais utilizada no Brasil em função da grande quantidade de rios em nosso país. A água possui um potencial energético e quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas que, na queda d`água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte considerada limpa.

· Energia fóssil – formada a milhões de anos a partir do acúmulo de materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados de petróleo (diesel e gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás natural, o nível de poluentes é bem menor.

· Energia solar – ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor ou eletricidade.

· Energia de biomassa – é a energia gerada a partir da decomposição, em curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.

· Energia eólica – gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica. È uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.

· Energia nuclear – o urânio é um elemento químico que possui muita energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de energia é liberada. As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é um ponto negativo.Os acidentes em usinas nucleares, embora raros, representam um grande perigo.

· Energia geotérmica – nas camadas profundas da crosta terrestre existe um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar 5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.


· Energia gravitacional – gerada a partir do movimento das águas oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso, é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta será uma das principais fontes de energia do planeta.

Nova bateria pretende evitar desperdícios de energia


A criação de uma nova bateria chamada de “One=Two” pretende extrair a última gota de energia contida na pilha. É o que garante os seus criadores, os designers Huang Kun, Meng Xun, He Ting e Liu Yuan.

A ideia foi divulgada no site Yanko Design e traz uma nova concepção de baterias. Com design que empresta a forma e a função de uma mola mecânica, seu volume pode ser comprimido quando o nível de carga abaixar.

A invenção funciona de forma simples. Quando a bateria gastar toda energia a ponto de não ser mais capaz de alimentar algum dispositivo eletrônico, ela será colocada em um compartimento que irá pressioná-la até que toda carga “escondida” seja utilizada. Duas baterias poderão ser usadas como uma, o que permitirá uma utilização mais completa da energia restante nas duas baterias.

Para criar as baterias os designers utilizaram o processo semelhante ao de espremer laranjas no intuito de obter todo o suco da fruta. A partir desse conceito, o novo produto visa extrair a energia que ainda fica armazenada nas baterias, o que irá obter total aproveitamento e evitar maiores desperdícios.



Apesar da nova proposta, o site Yanko Design (www.yankodesign.com) questiona se vale à pena produzir essas pilhas descartáveis em prol de um tempo maior de carga.

A invenção foi uma das vencedoras em 2011 do prêmio “Red Dot Award” no conceito de design.

(Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/dezembro/nova-bateria-pretende-evitar-desperdicios-de#ixzz1gERslBUq)

6 de dezembro de 2011

Brasil sob o olhar Internacional

Quinta-feira da semana passada, dia 1º, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reuniu-se com com a Diretora-Executiva da Agência Internacional de Energia (AIE), Maria Van der Hoeven.

Maria ficou impressionada com a competitividade das fontes de energia renováveis no Brasil, especialmente a eólica, pois no último leilão de energia realizado, fixou-se um preço mais competitivo que o gás natural. Chegou a destacar que são preços "impensáveis na Europa".

Por fim, Maria reafirmou a posição estratégica e de destaque do Brasil no cenário energético mundial, principalmente pelas fontes renováveis. Defendeu inclusive a construção da Usina Belo Monte, que tem sido fruto de muita polêmica por aqui.

fonte: http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2011/12/energias-renovaveis-brasil-na-mao-certa/15799


23 de novembro de 2011

Para entender a disputa!

Por quê os debates sobre energia movimentam tanto o governo e empresários?

De tempos em tempos o Governo Federal do Brasil faz leilão para venda de Energia. Usinas e empresas que produzem energia entram na disputa para ter a licença de produzir e vender energia - seja ela qual for a sua origem, como o carvão ou a eólica, por exemplo.

Estamos no processo de leilão de energia, e os atores (governo, empresas, ONGs, investidores...) estão se articulando para conquistar seu espaço. Nesse embate, é interessante verificar a atuação dos investidores.

Os investidores realizam projetos desde muito cedo, e esperam o leilão. Se ganharem, aplicarão seus recursos para a construção/ampliação de suas usinas/matrizes, pois terão a certeza que terão seu produto (energia elétrica) será vendido. O Ministério de Minas e Energia  (MME) está preparando este próximo leilão.

As Diretrizes para o Leilão de 2012, estão disponíveis no site do MME!


A escolha das vencedoras depende de muitos fatores, entre eles o preço, destinação de resíduos, origem da energia e desenvolvimento sustentável. Os projetos deverão estar de acordo com as diretrizes do Conselho Nacional de Política Enérgética (CNPE), e nela há a necessidade de reduzir as emissões de Carbono. Será que os atores do Carvão vão conseguir se mobilizar a tal ponto de construir bons projetos que reduzam as emissões? As cartas estão na mesa, e o jogo recém começou.

16 de novembro de 2011

Carvão em Debate!

Amanhã, quinta-feira, dia 17/11/2011, haverá a votação no CONSEMA-RS sobre a proposta de redação de uma RESOLUÇÃO que tratará dos limites de emissões de gases das usinas termoelétricas. Se aprovado, o setor do carvão terá mais chances de concorrer ao leilão do governo de energia para o ano de 2012, previsto para ocorrer em dezembro deste ano.

Zimmermann, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia do RS, afirma que "o Brasil assumiu o compromisso de determinado nível de emissões de CO2 com o qual quer trabalhar e com isso temos restrições para ampliação do parque térmico a carvão", mas também admitiu que a energia provinda do carvão é importante para o país.

Ambientalistas defendem a suspensão imediata do uso desse tipo de energia, mas os investidores afirmam que, com mais investimentos, é possível desenvolver tecnologias que minimizem a emissão de gases e, consequentemente, a poluição. O setor se mexeu em 2011, e prepara relatórios detalhados sobre essas emissões para novos empreendimentos com tecnologia avançada.


O importante é que se chegue a um consenso sobre as emissões, não expondo uma possível falta de energia, nem aumentando em demasia os poluentes. Um fato é certo: o Brasil só melhorará sua matriz energética (qualidade e quantidade) com novos e bons investimentos.

10 de novembro de 2011

DESAFIO MUNDIAL 2035

A Agência Internacional de Energia (IEA) alertou que em 25 anos o consumo de energia no mundo aumentará em aproximadamente 30%.

É assustador, e é um desafio. Este prognóstico está no Relatório lançado ontem, em Londres, disponível em: http://www.worldenergyoutlook.org/docs/weo2011/russian_report.pdf

Ressalta também que, com os recentes problemas com a energia nuclear no Japão, a tendência mundial é a diminuição do uso desse tipo de energia em detrimento de energias mais sustentáveis. O Carvão, que tem sido usado em grande escala - sobretudo na China -, também está no alvo.



A IEA estimula, portanto, os governos  a aproveitarem o crescimento econômico mundial para acelerarem o desenvolvimento de tecnologias que possibilitem a geração de Energias Renováveis, Limpas e Sustentáveis.

Fontes:
http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/consumo-global-de-energia-vai-crescer-30-em-25-anos
http://www.iea.org/
http://www.worldenergyoutlook.org/docs/weo2011/russian_report.pdf

1 de novembro de 2011

2012: o ano da REVIRAVOLTA!

Não vai ser o fim do mundo. 2012 tem tudo para ser o ano da reviravolta, da grande conscientização.

Depois dos alarmes feitos pela Rede de Conhecimento ONU - Energia, a ONU estabeleceu algumas metas até 2030, que terá apoio de grandes líderes mundiais:

- Assegurar acesso universal a serviços modernos de energia;


- Dobrar a taxa de eficiência energética global;


- Dobrar o uso de energias renováveis em todo o mundo.

30 de outubro de 2011

2012: Fim do mundo?

Há muito se fala em teorias em que o ano de 2012 será o marco da vida na Terra. Pois bem, talvez não seja o fim de todos, mas pode ser de muita gente no planeta. Motivo? Falta de energia!

Não Acredito! Há pessoas sem ENERGIA ELÉTRICA no mundo? Sim, 1,4 bilhão. (segundo dados da Rede de Conhecimento ONU-Energia).

Mas não existem 7 bilhões de pessoas no mundo, conforme recete foi noticiado? Então 20% da população não tem acesso à ENERGIA ELÉTRICA!

Por isso, o ano de 2012 foi eleito o ANO INTERNACIONAL DA ENERGIA SUSTENTÁVEL!

Fique ligado....

Logo mais traremos informações sobre as metas deste ano que já está tão pertinho...

23 de outubro de 2011

Energia SUSTENTÁVEL, RENOVÁVEL OU LIMPA?

Entenda a diferença!

ENERGIA RENOVÁVEL: Refere-se aà utilização de recursos que se renovam, como o vento, a água e sol. Contrapõe-se aos recursos não renováveis, como os fósseis.

ENERGIA LIMPA: É aquela que não polui, ou que polui menos que o tradicional. Os mais comuns na produção e no consumo são a hidrelétrica, a solar e a eólica.

ENERGIA SUSTENTÁVEL: É a energia que é utilizada na velocidade e consumo certos de maneira que a natureza possa repor os recursos. A energia a lenha, por exemplo, pode ser sustentável, na medida em que utiliza madeira cultivada para esse fim. Em contrapartida, esta emite poluição, então não é limpa.

Que tipo de energia seria RENOVÁVEL, LIMPA E SUSTENTÁVEL ao mesmo tempo?


Fonte de pesquisa: http://www.mundointerpessoal.com/2010/06/entenda-as-diferencas-entre-energia.html